Estruturas

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movimento das pedras

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Agronegócio no Maranhão produz novo tipo de escravos

Agronegócio no Maranhão produz novo tipo de escravos

METE BALA!


"O policial adestrado a não refletir criticamente, responde ao intolerável com sua arma mais precisa: o controle e o poder sobre a liberdade e a vida. Carlos Fico, em Como eles agiam: os subterrâneos da Ditadura Militar, Espionagem e Polícia Política" apresenta a sólida tese de encadeamento das forças de mando e poder construídas, sobretudo, pelos altos escalões do Estado e de setores econômicos de grande porte. com a construção das polícias evidenciou-se uma escala rígida de poder. As forças armadas, a polícia civil, militar e federal, as guardas municipais e todo um conjunto repressivo do Estado têm por função principal submeter o restante da população que não faz parte desse corpo (nesse caso, principalmente, as populações de baixa renda) ao mesmo regime de obediência a que seguem, submetendo as populações como hierarquicamente inferior, devendo estes, portanto, acatar de uma forma ou de outra o que defende como prioridade tais referenciais de poder."


quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Gabriel o pensador - Até quando?


Não adianta olhar pro céu, com muita fé e pouca luta
Levanta aí que você tem muito protesto pra fazer e muita grevem você pode, você deve, pode crer
Não adianta olhar pro chão, virar a cara pra não ver
Se liga aí que te botaram numa cruz e só porque Jesus sofreu não quer dizer que você tenha que sofrer
Até quando você vai ficar usando rédea?
Rindo da própria tragédia?
Até quando você vai ficar usando rédea? (Pobre, rico, ou classe média).
Até quando você vai levar cascudo mudo?
Muda, muda essa postura
Até quando você vai ficando mudo?
Muda que o medo é um modo de fazer censura...

Link: http://www.vagalume.com.br/gabriel-pensador/ate-quando.html#ixzz2rn06oj57

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Os de Baixo!! Quem somos??

Somos todos os oprimidos por uma classe de gente - e suas instituições, que nos fizeram crer através da religião, cultura, educação, escravidão e trabalho, discriminação, mídia, violência e toda forma de abater o corpo, alma e espírito - nos fizeram crer que não temos direitos, não temos poder, que 
somos nada a serviço deles para seu desfrute da vida e de seus descendentes. Para eles, não podemos falar, menos ainda desobedecer ou gritar, não podemos rir, nem cantar, nem pensar, apenas nos submeter aos seus caprichos e julgamentos. Para eles, nossa existência é inútil se não servirmos como escravos trabalhando e vivendo unicamente para que eles EXISTAM E SE EXIBAM.
Enquanto isso essa classe de gente destrói e consome tudo que a natureza nos oferece gratuitamente, como um dom, um milagre, um presente. Essa gente consome a beleza de ser e existir da árvore, do pássaro, da água, do homem. Pachamama, pachamama!!
Os De Baixo somos os que pretendemos mudar o curso desta história perversa contada pelos que perversamente têm vencido até aqui!!




Para os que estão atentos aos princípios da Carta da Terra:

                                   I. Respeitar e Cuidar da Comunidade 
de Vida

1. Respeitar a Terra e a vida em toda sua diversidade.

a. Reconhecer que todos os seres são interligados e cada forma de vida tem valor,

 independentemente do uso humano.

b. Afirmar a fé na dignidade inerente de todos os seres humanos e no potencial intelectual, 

artístico, ético e espiritual da humanidade.

2. Cuidar da comunidade da vida com compreensão, compaixão e amor
.

a. Aceitar que, com o direito de possuir, administrar e usar os recursos naturais vem o dever 

de impedir o dano causado ao meio ambiente e de proteger o direito das pessoas.

b. Afirmar que o aumento da liberdade, dos conhecimentos e do poder comporta 

responsabilidade na promoção do bem comum.

3. Construir sociedades democráticas que sejam justas, participativas, sustentáveis e 

pacíficas.

a. Assegurar que as comunidades em todos níveis garantam os direitos humanos e as 

liberdades fundamentais e dar a cada uma a oportunidade de realizar seu pleno potencial.

b. Promover a justiça econômica propiciando a todos a consecução de uma subsistência 

significativa e segura, que seja ecologicamente responsável.

4. Garantir a generosidade e a beleza da Terra para as atuais e as futuras gerações.

a. Reconhecer que a liberdade de ação de cada geração é condicionada pelas 

necessidades das gerações futuras.

b. Transmitir às futuras gerações, valores, tradições e instituições que apoiem, a longo termo, 

a prosperidade das comunidades humanas e ecológicas da Terra.